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domingo, 20 de dezembro de 2009

Liga dos Campeões: Special One(s)



AC Milan vs Man Utd


Internazionale vs Chelsea FC


Grandes duelos em perspectiva.
O regresso do Il Speciale, ao burgo londrino de Chelsea, que o venerou como o Special One. Mas também o reencontro com Ancelotti reavivará acesos duelos antigos, em terras transalpinas, com polémica, insultos e sarcasmo q.b., à boa moda de Mourinho.
Becks defronta o clube e o treinador que o lançou para o futebol.... e para as capas das revistas cor-de-rosa. Com Fergunson a apor-se a Leonardo, que catapultou o Milan para a corrida do scudetto, e entra na rota dos candidatos à liga dos milhões.

Falta tanto para Fevereiro, não falta?

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Liga dos Campeões: a vitória do FC Porto e o renascimento do AC Milan

Mais uma noite de duelos europeus na Champions League, desta feita com o FCPorto em voga, após o dia anterior ter rendido uma noite cheia golos e algumas surpresas (sobretudo a vitória do Rubin Kazan em Camp Nou, assim como a goleada do Urziceni na casa do Glasgow Rangers).
A história desta 3ªjornada é escrita pelas poucas surpresas da noite. O FCP venceu os cipriotas do APOEL de Nicósia pela margem mínima, 2-1, com Hulk a bisar e a fazer balançar, finalmente, as redes numa competição europeia. Ainda no Grupo D, o Chelsea goleou tranquilamente por 4-0, o Atlético de Madrid de um cada vez mais, desamparado Abel Resino.
A surpresa da noite teve lugar no Santiago Barnabéu, com a vitória rossonera por 2-3. O Real Madrid, orfão do (a prazo) melhor jogador do mundo, Cristiano Ronaldo, sentiu dificuldades ante um AC Milan ao relanti na Serie A, mas que acabou por vencer com dois golos de Alexandre Pato e uma obra de arte de Pirlo.
Um pontapé do "meio da rua", forte e colocado, que surpreendeu Casillas. Palavras para quê...


quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Um Porto quanto baste e um Falcao europeu...

Fucile é um tremendo jogador. É deste modo curioso e com este apontamento que começo a resenha do pós-jogo entre o Futebol Clube do Porto e o Atlético de Madrid.
Convenhamos que o Porto esteve longe do brilhantismo e do domínio avassalador que caracterizaram as duas mãos da 1ª Eliminatória da Champions da transacta época. Desta vez o Atlético, de um Abel Resino quase a cair em desgraça na Liga Espanhola, tinha a lição (semi)bem estudada, com um meio campo reforçado, que revelou, a espaços, boas movimentações do esférico. Jurado, Forlán e Aguero foram os protagonistas naturais. 
O público do Dragão é sempre um cliente fiel, mas dado o seu estatuto exige uma qualidade de jogo em constante lapidação e melhoramento. Durante 76 minutos, assistimos a uma exibição pálida dos dragões, onde Tomás Costa se figurou como o elemento novo no onze portista, no lugar de Fernando, expulso em Stamford Bridge.
Meireles está em péssima forma, falta-lhe a dinâmica necessária nas transições e a sua classe e talento natural no desenho das jogadas. Contudo tem um momento sublime, um passe em diagonal, que desmarca Hulk na assistência para o golo de Falcao. O 16 portista deveria ter jogado a trinco, logo de inicio. Na minha modesta opinião, Guarín trouxe compressão à equipa, libertando Meireles para zonas mais recuadas e assistindo na cobrança do canto do 2o golo, numa fase em que um Atlético moribundo, não resistiu a esta alteração táctica, bem conseguida, no xadrez azul e branco.
O meu destaque vai Fucile, que está numa forma soberba, anulando facilmente Simão, que foi acariciado com os "mimos" da plateia do Dragão, partilhando-os com o pesetero, Paulo Assunção.
Falcao é uma surpresa que, semana após semana, me convence pela simplicidade de processos de um ponta de lança puro, elegante e, acima de tudo, letal.
O minuto 76 ilustra a qualidade de um matador com todos os requisitos para a mais exigente competição de clubes do mundo, que abriu caminho para a primeira vitória na fase de grupos da Champions para o Futebol Clube do Porto. Um deja vú de 1987, do saudoso Rabah Madjer, descubram as semelhanças...