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domingo, 20 de dezembro de 2009

Clássico Benfica-Porto: relatos do futuro de Jesualdo Ferreira


Caro Jesualdo Ferreira (futuro ex-treinador do FCP):

Escrevo-lhe em formato epistolar, numa carta aberta a todos os portistas, e a todos os adeptos de bom futebol.
Confesso que hoje vi jogar um dos piores Portos dos últimos 5 anos futebolísticos, apenas a derrota no Emirates Stadium me salta da retina como a mais clamorosa derrota táctica, técnica e futebolística dos últimos anos da saga azul e branca. Curiosamente ou não, foi sob a sua batuta que o Porto sucumbiu às mãos dos gunners.
Voltando à (preocupante) realidade, gostava, em primeiro lugar, saber onde esteve o FCPorto nos primeiros 45min do jogo da Luz? Mais... Aquele individuo, Silvestre Varela quiçá o jogador mais eficaz na Liga, em termo de golos, contratação portuguesa, a custo zero, e que tem vindo a "galvanizar" a equipa a cada exibição que pontifica ao serviço do Porto? Esteve ele no banco da Luz porquê? Pelo golo do Hulk em Madrid? Pela produtividade quase nula de Rodriguez nos últimos jogos?
Mais questões curiosas, o seu discurso surtiu algum efeito (ou efeito Varela) ao intervalo, que curiosamente coincidiu com a saída de Guarín. Ok, eu apostei em Guarín para jogar em Stamford Bridge, porque lidar com matulões como Ballack, Lampard ou Essien, seria uma tarefa inglória para Belluschi... Mas porquê hoje no onze inicial? Contentava-lhe o empate? Perder por poucos? Travar o caudal ofensivo do Benfica?
Tenho a ditar-lhe uma conclusão, que tão erudita e estupidamente não retirou deste jogo, aquando das declarações no flash interview após o jogo, o Porto fez um jogo horrível, tacticamente. As substituições de Hulk por Farías, e de Meireles por Bellucshi aos 79min foram o culminar da certeza de uma premissa cada vez mais presente de todos os portistas: a sua incompetência como treinador.
Em Madrid, todos disseram que o Porto fez uma demonstração de força e classe à Europa. Eu discordei categoricamente, porquê, pergunta-se? Eu faço o favor de explicar. O Porto poderia ter ganho por números ainda mais históricos e expressivos, mas aos 70min de jogo o senhor (porque para professor a sua didáctica sempre foi questionável) desistia do ataque e deu ao Atlético a permissão de se esticar no terreno e procurar o tento de honra.
É lamentável a sua falta de ambição, o seu discurso conformista e pouco audaz, nada condizente com a nossa realidade e conquistas. Este Porto, como já referi, é um Porto de serviços mínimos, que pouco satisfaz um fervoroso adepto habituado a um Porto com espírito lutador e de garra, bem à imagem do povo da Invicta. Não defraude mais as expectativas. Se fosse a si, o meu lugar estaria à disposição depois deste paupérrimo jogo na Luz. Siga o conselho de Bento, que advogou ter estado no Sporting meses a mais, e evite estar já há mais de um ano a regredir uma equipa que merece mais do que um treinador medíocre e medroso.

Sporting vence a Naval, a desesperar pelo Pai Natal Bettencourt...



As lendas e "estórias" do Pai Natal fazem, nesta altura do ano mais do que qualquer outra, sonhar qualquer criança com aquele presente tão desejado. Este ano o Natal é a altura mais desejada pelos adeptos leoninos, e em particular pelo senhor da imagem. Pois é, Carvalhal não faz milagres, Carvalhal não é o Harry Potter para fazer esquecer princípios tão enraizados, negativamente, do período "Bento", referente à história leonina recente. É um actor a prazo, mas com uma esperança ténue no futuro: a abertura do mercado de Janeiro.
Rezam as crónicas recentes, e as exibições corroboram, que o Sporting precisa de laterais, e alguém que abra o jogo para as faixas laterais. Mais ainda de alguém que faça mexer o ataque, que defina o último passe, que crie soluções nas jogadas e com poder de fogo.
Liga Sagres, última jornada de 2009. Saleiro resolveu a questão, num jogo onde a equipa de Alvalade apenas mostrou evidentes melhorias, em relação às derrotas com Hertha de Berlim e União de Leiria, na 2a metade do encontro. A entrada de Postiga, fazendo dupla com Liedson, trouxe dores de cabeça aos comandados de Inácio, criando oportunidades suficientes para conseguir uma vitória com outros números.
O fecho do ano mais negro do Sporting não apaga a miserável campanha, Carvalhal tem muito trabalho pela frente. A ida a Goodison Park para jogar com o Everton pode ser um ponto decisivo da época, a tábua de salvação de um leão atordoado na Liga, mas com uma réstia de esperança na Liga Europa.
"Há dinheiro para gastar em Janeiro", disse recentemente Bettencourt. Pedro Silva, André Marques, Abel e Caicedo, são as antíteses daquilo que o Sporting precisa para regressar à normalidade.



P.S. Após um período de interregno, o Midnight Telegraph volta com as suas crónicas, muito pouco ortodoxas e nunca politicamente corretas, mas com o seu cunho pessoal de sempre.

domingo, 1 de novembro de 2009

Desalento e má sorte em Alvalade


Minuto 90+3. Jogo empatado, ambiente tenso, Alvalade XXI despido de alegria e crença, Caicedo isolado frente a Peçanha, remate..... no poste!
Penso que para além da falta de qualidade de jogo, para além da intranquilidade generalizada, este Sporting por vezes também não tem tido sorte. Este foi o momento do jogo, pela negativa, onde o equatoriano Caicedo retratou o que tem sido a sua época no Sporting: uma nulidade.
Falta Izmailov, faltam laterais de qualidade, falta Moutinho a pegar no jogo, isto porque este enorme jogador de tantas posições já desempenhadas no losango de Bento, tem desgastado muito do seu pendor ofensivo, de grande qualidade. Matías Fernandez fez um bom jogo, aguerrido e com convicção, contrastando com os dois pontas de lança leoninos, Postiga e Liedson foram um deserto de ideias.
Assim não há garra de leão que valha a qualquer sportinguista. A assembleia soberana tem julgado a sua equipa, mas sobretudo o seu treinador, e ainda hoje se manifestou com tarjas a sinalizar "Rua". Vida dificil para Paulo Bento, mas muito mais díficil para um (suposto) candidato ao título.

sábado, 31 de outubro de 2009

Braga dá show na Pedreira


Aos 7minutos de jogo Hugo Viana já tinha justificado o preço (para lá de exorbitante) dos bilhetes que os amantes de futebol pagaram para ver o escaldante jogo de líderes, Sp Braga - SLB. Um golão de livre directo, num remate potente, com conta, peso e medida, que entrou no ângulo da baliza de um atónito Quim.
Como já tinha escrito no Midnight Telegraph recentemente, este Braga provou que o Benfica não é invencível, e mais, devolveu à terra milhões de encarnados que pensavam numa época sem parelha de opositores. 
O segredo deste Braga passou por um meio campo super personalizado, com Vandinho, Mossoró e Hugo Viana a pontificarem exibições de alto nível. A posse de bola e a circulação fluída foi o segredo para baralhar o Benfica, sem Jesus a conseguir qualquer antídoto sagrado.
Tristes foram os episódios registados ao intervalo, no túnel de acesso aos balneários, com cenas pouco dignificantes e pouco condizentes com o bom espectáculo que se viu em Braga. Leone e Cardozo acabaram expulsos, o que resultou numa 2ª parte aberta, onde o Benfica segurou as rédeas do jogo. Acabou derrotado com um golo de Paulo César, a sentenciar mais uma boa partida dos arsenalistas na Liga Sagres.
Obviamente, o Braga veio infirmar as suas credenciais de candidato ao título.
Jesus, no flash interview, disse que sempre considerou o Braga como candidato. Engraçado quando se tenta justificar vicissitudes da sua equipa com uma equipa que considera candidata, mas que, à bem pouco tempo, dizia que a equipa eliminada para a Liga Europa, pelo Elfsborg, não era o "seu Braga", retomando o tema semanas depois ao argumentar que a equipa de Domingos Paciência tinha o seu cunho pessoal, e onde a diferença se limitava à inclusão de Hugo Viana. E que diferença ele fez, Jesus que o diga no jogo do hoje.
O Braga está de parabéns, a Liga Sagres tem mais um candidato à conquista do título de campeão.

Uma questão de organização ofensiva



Alguém consegue abrir os olhos ao Jesualdo Ferreira e dizer que o 4-3-3 já não é solução no campeonato português? 45 minutos de avanço em todos os jogos, porquê?
Com a saída de Lucho e Lisandro, peças que eram verdadeiros executantes deste sistema, e que realmente faziam toda a diferença na imputação no relvado da filosofia do 4-3-3, Jesualdo ainda não entendeu que na Liga Sagres o modelo a sustentar e implementar tem que ser forçosamente mais ofensivo.
Com Bellushi a balbuciar depois da lesão, Meireles com mais esforço do que engenho e até Rodriguez pouco acutilante, o Porto torna-se uma equipa banal e sem soluções perante formações mais fechadas e que controlam bem os eixos municiadores do ataque azul e branco. Nem Hulk, o Incrível que foi chamadp ao escrete (será bom ou mau neste momento?), consegue desbravar as defesas tão cerradas.
A desorientação táctica de Jesualdo fica ainda mais patente em situações de desvantagem no marcador. Com a entrada de Falcão, e a consequente saída de Bellushi, o Porto ganhou presença e capacidade de finalização na área, mas perdeu capacidade de definição no último passe. E é essa a grande lacuna deste Porto.
Sem extremos em grande forma, sem usufruto da linha de fundo para cruzamentos, sem uma capacidade nítida de último passe (o Benfica é um exemplo cabal disso neste momento), resta ao Porto elevar a fasquia ao jogar com dois pivots na frente de ataque. Numa Liga em que poucas equipas jogam abertas e para discutir frontalmente o resultado, o Porto tem de pensar em soluções de ataque bem diferentes.


P.S. O Dragão apresenta-se, novamente, como um suplicio, onde a equipa joga sempre sobre brasas e a pressão aumenta a cada jogo menos conseguido e a cada goleada que o Benfica impõe.

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Pior cego é aquele que não quer ver, Sr. Bettencourt


Vitória de Guimarães 1 - 1 Sporting CP

Classificação Liga Sagres, 8ª Jornada:
1º SC Braga 22 pontos
2º SL Benfica 22 pontos
3º FC Porto 19 pontos
4º Sporting CP 12 pontos

Parafraseando um adepto leonino, "isto é que é forever"?
Novo empate, novo deslize e nova exibição sofrível. Moral da história, Sporting a 10 pontos da liderança repartida por Braga e Benfica e a 7 pontos do Tetra campeão, FC Porto.
Paulo Bento é uma autêntica "casa a arder"neste momento no Sporting Clube de Portugal, e a boa campanha na Liga Europa não abafa as prestações enfadonhas e falta de garra da turma leonina. Ganhar apenas um jogo na pré-época, e contra o modesto Atlético de Cacém, já agoirava algo de muito estranho e negativo neste Sporting. Contudo, e sem qualquer visão apocalíptica naquela altura quis esperar para ver o desenrolar dos acontecimentos, chego a esta altura da época e digo que toda a certeza: o fim de Bento está próximo.
Parece-me insustentável a continuidade do técnico que culpabiliza, semana após semana, factores extra "jogo jogado" para minimizar e desculpabilizar a paupérrima carreira do Sporting na corrente temporada.
Falta tranquilidade a este Sporting, e isso só pode acontecer com um treinador que se foque na sua área de jurisdição, ou seja, comandar os destinos da equipa e lutar pelos resultados, sem qualquer conflito interno, árbitros à mistura, desculpas de orçamentos, ostracizações de jogadores ou relvados em mau estado.
Sr. Bettencourt, não é este futuro que os sportinguistas pretendem. Já era tempo de ouvir a contestação.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Benfica sempre a carburar... Até quando?



Benfica 6 - 1 Nacional da Madeira. Novo jogo, nova goleada.
Confesso que apenas me rendi ao Benfica de Jesus após a goleada ao Everton. "Chapa 5" aos toffies é um registo de enorme louvor, dada engrenagem mostrada pela maquinaria vermelha, mas também por ser a maior goleada de sempre imposta por equipas portuguesas às congéneres inglesas.
Ok, Di Maria está brilhante, Saviola com o perfume de outros tempos,  Aimar mágico a definir jogadas,  Cardozo cada vez mais letal (mesmo em penalty´s duvidosos) e até Fabio Coentrão joga com 3pulmões a defesa esquerdo. Normalmente pedaladas desta magnitude não se mantêm, e os tropeções serão inevitáveis. Ao contrário dos jornalistas da Renascença que arguiram, durante o relato radiofónico deste jogo, a imbatibilidade do SLB nesta fase de competição, para mim o Benfica não é invencível Detém um futebol vistoso, jogadores em pico de forma mas com o evoluir dos tempos e com os ritmos de competição o plantel encarnado acabará por perder speed.
O jogo com o Braga será o jogo que (já) decidirá muito do desenrolar do campeonato.



P.S. Sr. Jesualdo, a plateia do Dragão não é feita de gente tão cobarde como o senhor, pelo contrário. Este FCP é uma equipa de mínimos garantidos: vitórias magras, exibições fracas e alguns rendimentos individuais miseráveis. Chega da dieta light, queremos um Porto "à Porto". O de Mourinho era um bom exemplo.

domingo, 4 de outubro de 2009

Olhanense 0- 3 FCPorto: Falcao continua a resolver


Este colombiano com nome de ave de rapina e alcunha de felino, continua a mostrar os seus dotes e a impressionar as hostes azuis e brancas. "El Tigre" bisou em Olhão, num jogo em que o Porto poderia ter ganho por números bem mais expressivos, perante um Olhanense de bom nível, com um futebol positivo a cargo da irreverência de Rabiola, Castro e Ukra (belíssimo jogador, a rever...). O outro golo do FCPorto ficou a cargo de Bruno Alves, após uma jogada de laboratório, plena de intenção, que termina com um cruzamento de Bellushi a assistir o capitão portista para um belo golpe de cabeça que só terminara no fundo das redes de um inconsolavél Bruno Veríssimo.
O Porto alcança, à condição, o Benfica no 2º lugar da Liga Sagres, tendo este um jogo a menos, que realizar-se-á amanhã na Mata Real, contra um Paços de Ferreira tradicionalmente dificil.

E já lá vão sete vitórias Sp. de Braga...


Impressionante este inicio de campeonato da equipa minhota. No meu último post em que o Braga era assunto, não mencionei os louros da sua vitória sobre o Porto, mas hoje desfaço-me em elogios.
Com a vitória sobre uma frágil equipa do Setúbal, os bracarenses instalaram-se, definitivamente na confortavél liderança da Liga Sagres...
É antológico o questionamento, é ou não candidato ao título? Paulo César e Domingos falam na Europa, mas eu creio que têm estofo e qualidade, amealhada ao longo destes anos de sustentada evolução, para disputarem com os três grandes o título de campeão. Que assim seja, nós adeptos saíremos a ganhar.

sábado, 26 de setembro de 2009

"Não há coincidências..."


Vou alterar a lógica natural deste post, numa análise breve aos acontecimentos do Porto-Sporting, começando pelo fim.
Paulo Bento disse, e bem, "não há coincidências...", isto porque no futebol português "chover no molhado" é prática corrente, no que toca a arbitragens, e Vítor Pereira voltou a evidenciar uma coerência duvidosa com a nomeação de Duarte Gomes para apitar o primeiro clássico da Liga Sagres.
Ora, como é de domínio público, Duarte Gomes viu-se envolvido, à bem pouco tempo, num processo disciplinar devido a um incidente que envolvera o árbitro de Lisboa e o treinador de guarda redes do Sporting, Ricardo Peres. Numa situação como esta, este seria o joker a evitar num naipe riquíssimo de juízes portugueses. Mas não, e nesse sentido a proeza de Vítor Pereira tem de ser comentada.
O jogo do Dragão pendeu para a equipa da casa, num belo golpe de cabeça da nova coqueluche do Porto, Radamel Falcão. Mas cedo se percebera que a figura do jogo não vestia nem de verde, nem de azul, mas sim de amarelo... Duarte Gomes cedo exibiu um critério largo, com decisões no mínimo duvidosas. A este propósito revelo uma conversação paralela, com um amigo próximo, no intervalo do jogo: "Meireles nestes 45min já devia ter sido expulso". Sou da barricada azul, conquanto isso não me retira sensatez e imparcialidade na análise dos lances da equipa contrária. A falta de Polga (que lhe valeu o primeiro amarelo) e a de Bruno Alves sobre o capitão leonino, mostram o quão exagerado e absurdo foi o critério de Duarte Gomes. O mesmo se poderá aplicar à falta de Veloso, onde lhe foi amolestado o primeiro amarelo que contribui para a acumulação do segundo, e a consequente expulsão.
No fundo, há uma reflexão geral a ser feita no mundo da arbitragem portuguesa, episódios destes em nada dignificam a imagem do futebol português, agastado com Apito´s Dourados, Caso´s Mateus, Frutas e afins. Vítor Pereira pontifica-se como o responsavél máximo dos juízes portugueses, o melhor arbitro de sempre português, na minha opinião, não está a revelar "estofo" nas suas novas tarefas de nomeação de árbitros. Pede-se coragem, transparência e frontalidade, ao invés de "cobardia" como referiu Paulo Bento no rescaldo do jogo no Dragão.
Pese embora os incidentes relatados, a justiça final no marcador em nada ficou beliscada. A vitória do Porto foi inteiramente justa pelo futebol jogado dentro das quatros linhas.

sábado, 19 de setembro de 2009

Sinal de Alarme?


  
Duas derrotas averbadas em outros tantos jogos, não é sinal de normalidade no reino do Dragão.
Façamos algumas reflexões.
A primeira derrota, registada contra o Chelsea, abriu um ciclo infernal de jogos que o FC Porto  terá nas próximas semanas. Apesar do amargo de boca da derrota, o Porto brindou-nos com uma exibição bastante aceitavél e moralizadora. Até chegarmos ao Municipal de Braga...
Num estádio com um ambiente fantástico, o Porto apresentou-se com um onze já prevísivel e com uma aliciante pouco habitual, a reconquista da liderança da tabela classificativa. Guarín, após uma exibição muito consistente contra o meio campo de pesos pesados do Chelsea a meio da semana, foi merecedor de um lugar cativo no trio do meio campo portista. A derrota não começou por aí. Pessoalmente, foi mais do mesmo, ou seja, um inicio de época com muito pouco fulgor de Raul Meireles e, sobretudo, o Incrível Hulk que tem sido tudo menos Incrível. Num jogo onde se pedia lucidez na definição do último passe, Jesualdo voltou a surpreender pela negativa, ao nem sequer colocar Bellushi em campo, onde este com um passe de morte ou um remate espontâneo poderia ter resolvido o jogo.
Num futebol previsível, sem criatividade ou velocidade na execução, o Porto claudicou frente a um Braga pragmático, que havia de marca num lance feliz de Alan, que após um cruzamento vê a bola rechaçar em Varela e acabar nas redes de Hélton.
A gestão para esta série terrível de jogos tem de ser mais bem feita, e a recuperação animica e física de jogadores com Meireles ou Hulk é crucial para a senda vitoriosa da equipa, mais ainda quando os próximos adversários se chamam Sporting e Atl. de Madrid.